quarta-feira, 16 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Hoje um sagüi deu um show à tarde, no pátio dos fundos, ao deixar os seus primos ditos evoluidos chegarem perto.
Ao ponto de aceitar metade de uma banana que demos a ele. fotos foram feitas no cajueiro, onde o macaquinho cinza de rabo comprido muito bem se camuflava e evitava os predadores que vêm do céu.
Ou da terra.
Comia parte da banana e deixava cair o outro naco. Então, com segurança, descia e apanhava o resto. nem só de bananas vive o bicho,
E também catou goiabas no pé e umas caídas no chão. Depois umas amoras para arrematar.
e quando já escolhíamos um nome para o novo mascote, o Tuti sumiu como apareceu.
pelo menos foi de barriguinha cheia para enfrentar a incerteza que é a sua e a nossa vida
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| dois dias ficou depois se mandou |
Ao ponto de aceitar metade de uma banana que demos a ele. fotos foram feitas no cajueiro, onde o macaquinho cinza de rabo comprido muito bem se camuflava e evitava os predadores que vêm do céu.
Ou da terra.
Comia parte da banana e deixava cair o outro naco. Então, com segurança, descia e apanhava o resto. nem só de bananas vive o bicho,
E também catou goiabas no pé e umas caídas no chão. Depois umas amoras para arrematar.
e quando já escolhíamos um nome para o novo mascote, o Tuti sumiu como apareceu.
pelo menos foi de barriguinha cheia para enfrentar a incerteza que é a sua e a nossa vida
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Escrevo esta
carta em favor
de toda liberdade que a
pessoa possa
ter em sua vida,
Posso
avançar desde que respeite
direito
alheio, o universo é o limite
Minha vida
segue o baile,
com freio
puxado ou a toda brida
Busco o
imediato, sabendo que não tem saída
Mas quando cônscio de mim mesmo, então
Minha alma é
pura alegria e
minha mente,
Um pouco tranqüila.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Sem constrangimentos
A liberdade
de expressão começa pelo direito dos profissionais de imprensa ter total direito
a se expressar. Frase infeliz: começa pelo direito de todo e qualquer cidadão
pensar e dizer o que pensa. No caso dos jornalistas, é preciso frisar que não pode haver interferências das corporações onde atuam.
Não são seus donos ideológicos.
O uso de redes sociais como twitter e facebook
pelo jornalista enquanto cidadão não pode
sofrer interferência e constrangimentos para que se expresse conforme a
política da empresa onde atua, em detrimento do ponto de vista próprio, em que
acredita.
É preciso
separar o profissional, em tempo de
trabalho, do caráter privado do indivíduo. Evidente que nos dois casos o
jornalista tem que responder pela conseqüência de seus comentários e análises
da realidade.
Seja atuando
profissionalmente ou apenas tuitando e faceboqueando no tempo livre, pode responder
a crimes como calúnia - caso pise na bola.
As empresas tem o direito sim de exigir que em período
de expediente o profissional se abstenha de postar comentários pessoais nas
redes. Mas querer ditar o que deve ser divulgado pela pessoa é autoritarismo,
mesmo que disfarçado por “conselhos de bom tom”.
Estamos em
época eleitoral, e as redes fervem de comentários sobre tudo e todos. Seria
crime um jornalista da mídia postar que apóia a este ou aquele candidato em seu
tempo livre, porque a empresa dele quer manter uma imagem de isenção no
processo político? Ou criticar comentários no horário eleitoral gratuito de
certa candidatura?
Não, é posição transparente! Inclusive grandes
corporações midiáticas abrem o jogo sobre suas preferências em editorais.
Aplausos a estes. O público, ao saber da preferência, tem condições de julgar
melhor o trabalho profissional e ética do veículo ou do jornalista.
Em matéria
publicada na Revista de Jornalismo da ESPM (Jul-ago-set de 2012), Dan Gillmor
aponta bem o risco do controle das opiniões na grande rede:
“A promessa
da internet era profunda:um meio democrático, descentralizadíssimo, no qual
qualquer um publicaria o que quisesse, podendo ser ouvido. A reação das
empresas e governos ameaçados pela rede é recentralizar. Pode ser,
simplesmente, a natureza do capitalismo e do Estado modernos, com forças do
controle ganhando poder a cada dia. Mas é uma ameaça ao jornalismo e à
inovação. Jornalistas finalmente começam a se dar conta. Resta esperar que não
seja tarde demais”.
Por isso,
cada macaco no seu galho, porque liberdade é a soma de todas as opiniões e
regra essencial ao sistema democrático e liberal.
Jornal é o dinossauro em extinção do mundo das mídias
Das mídias
tradicionais, o jornal é a publicação impressa mais ameaçada de extinção pelo
mundo digital. E a revista/magazine e o livro ainda devem ganhar uma boa
sobrevida.
O custo
ambiental do jornal é elevado, seja na produção diária que consome uma
infinidade de árvores, não importa se cultivadas para isso, como também na hora
do descarte. Logo não fará mais sentido
a impressão de tiragem diária. E para o consumidor, o produto é uma coisa suja,
pois solta tinta facilmente sujando dedos, mesas e peças do vestuário. Poluente e desagradável ao tato, eis as duas
lanças que podem atingir o impresso logo mais à frente.
O
acompanhamento da cobertura diária de notícias fica a cargo, cada vez mais, de
celulares, tablets e tantas outras plataformas digitais que estão no prelo das
indústrias de TI. Conteúdos que no dia a dia chegam limpos agregados à
ampliação do hypertexto, com vídeos e muitas imagens sobre o mesmo assunto, sem
limite de diagramação por paicas, são infinitamente mais desejáveis. Tudo com
chance de atualização constantes da cobertura e resgatar todo o histórico de
matérias relacionadas. O papel do jornal
é que o problema atualmente para os próprios.
Ao mesmo
tempo, acredito que as revistas semanais de notícias e outras segmentadas terão
boa sobrevida no avassalador avanço digital. Matérias com maior profundidade,
furos noticiosos e um papel bom de manuseio que pode ser lido de forma multiplicada
por familiares, amigos ou colegas são as
grandes armas dessa publicação, também
sob a ameaça tec.
E o livro
será o que vai se manter ainda mais, quem sabe perpetuar a espécie por séculos.
Aliás, como já acontece há milênios. Ele já tem em si tecnologia muito
avançada, da capa dura à possibilidade de uso sem energia elétrica e independência
do plug in em outras parafernálias para o start. Portátil, ainda permite busca
aleatória por página ou versículos, no caso da bíblia.
Talvez seja
um péssimo futurologista, e fácil de ser desacreditado por pesquisas
científicas ou de mercado, mas acho que a coisa vai nessa direção.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Tô fazendo a minha parte
Trim.Alô, sou ouvinte e quero falar de um problema no meu bairro. Na rádio este tipo de ligação é comum, mas uma afirmação em seguida ganha relevo:
- Como cidadão, tô fazendo a minha parte, tô avisando a rádio para ela fazer a parte dela.
Na pressa da atividade de produção radiofônica, não havia espaço para mostrar que o ponto de vista do ouvinte é o problema desse país. O papel do cidadão é intransferìvel nem terceirizável.
Os problemas de uma comunidade, do buraco de rua ao vazamento de água, da queda de energia à insegurança das ruas, entre tantos outros é responsabilidade do poder público, seja qual for. Mas na nossa cultura de comodismo, o cara se acha herói porque apontou o problema para conhecimento da rádio. E nem liga muitas vezes para os 0800 disponíveis ou procura o vereador, o prefeito, o deputado, o governador ou a presidência da república.
Chegou-se já ao ponto de que um cidadão protestar em posto de saúde e o atendente dizer: pra resolver só ligando para a rádio ou chamando a TV.
Como jornalistas não podemos cair nesse armadilha de utillizar o serviço de informação para estimular um assistencialismo radiofônico. O cidadão tem que levantar a bunda da cadeira e ir em busca da solução com a parte competente. Sua dificuldade é que deve ser noticiada. E o papel da imprensa é fazer uma análise permanentemente crítica e criteriosa dos casos que recebe.
É esse o jogo, cada um faz a sua parte, o cidadão, a imprensa e o Estado.
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