quinta-feira, 26 de março de 2009
Homenagem à Bukowski
Estamos no meio da sociedade, sem a qual você não garante a porra da cerveja gelada no bar. Sento, peço uma, conto as moedas e garanto a segunda garrafa a ser servida. Temos de tudo e não nos falta nada aqui nesse país de liberdade e oportunidades. Então por que é que estou aqui com a vida vazia? Se a cerveja abundar, vou me iludir por hoje comendo alguma xoxotinha pra lá de socada na madrugada, sem amor e rumo à ressaca de amanhã. Ou então ir ao banheiro vomitar, tomar um gole dagua com as mãos em concha no banheiro e voltar a beber, com cabelo molhado sob a torneira enferrujada e penteado minimamente. O que acontece? Me parece que a América, assim como Roma antiga, chega as alturas completamente zonza, e em vez de enfrentar a situação, encarar, vai se embriagando sem outro norte que não o já alcançado frente ao mundo, uma idéia surreal, fantasia bizarra muito nossa. E vamos fazendo as coisas doidas e horrendas acreditando que é tudo normal, dentro da lei natural ou social. E então vamos tropeçando nas próprias pernas ou nas dos outros, e em vez de sorry, vamos de fuck you, olhando para o céu. Se fico aqui no meu canto desse bar delirando é porque admito que a nossa querida sociedade está completamente fudida e não foi bom para ela, nem um pouco. Mas também não acrescentarei mais um trema a esta loucura. Minha bunda vai ficar achatada e o meu rim deplorado. As regras do jogo não fazem sentido sem que ele esteja acontecendo. Pena que não sou um monge e sim um bêbado, mas existem monges e bêbados, dita toda a vrdade. Será que John, o dono do boteco, me vende mais uma meia dúzia de geladas fiada?
segunda-feira, 9 de março de 2009
Abuso sexual de criança é pecadilho
"O arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, responsável pela excomunhão, disse, neste sábado (7), que os envolvidos na interrupção da gravidez de gêmeos de uma menina de 9 anos podem ser perdoados, se mostrarem arrependimento".
D. José Cardos Sobrinho,
Quero lhe informar o seguinte, que tanto o senhor quanto outros de batina da Igreja Católica podem abusar sexualmente de crianças tranquilamente, pois isso não é caso para excomunhão, não é mesmo? E o rebanho também, basta rezar algumas aves-marias e pais-nossos até o próximo dia em que irão deflorar mais uma criança.
Pela notícia acima, percebe-se que seus pares lhe deram um torção bem dado de orelha pela bobagem que o senhor cometeu. Agora quer que os atingidos peçam perdão? Para quem? Para o senhor?
Se o senhor não fosse um fariseu vestido de bispo, o senhor teria tomado a frente nesse caso e assumiria a criação aos gêmeos, o tratamento psicológico à menina abusada pelo padrasto, e mesmo ela não tendo condições físicas para parir, o senhor seguraria essa cruz em suas costas, para honrar seu compromisso com a fé cristã, defendendo as três crianças ma má sorte imposta pelo padrasto.
Mas não, apenas condenou e agora também será condenado pela arrogância de se achar um representante de Deus na Terra.
Para nosssa sorte, talvez Deus não seja católico como o senhor.
D. José Cardos Sobrinho,
Quero lhe informar o seguinte, que tanto o senhor quanto outros de batina da Igreja Católica podem abusar sexualmente de crianças tranquilamente, pois isso não é caso para excomunhão, não é mesmo? E o rebanho também, basta rezar algumas aves-marias e pais-nossos até o próximo dia em que irão deflorar mais uma criança.
Pela notícia acima, percebe-se que seus pares lhe deram um torção bem dado de orelha pela bobagem que o senhor cometeu. Agora quer que os atingidos peçam perdão? Para quem? Para o senhor?
Se o senhor não fosse um fariseu vestido de bispo, o senhor teria tomado a frente nesse caso e assumiria a criação aos gêmeos, o tratamento psicológico à menina abusada pelo padrasto, e mesmo ela não tendo condições físicas para parir, o senhor seguraria essa cruz em suas costas, para honrar seu compromisso com a fé cristã, defendendo as três crianças ma má sorte imposta pelo padrasto.
Mas não, apenas condenou e agora também será condenado pela arrogância de se achar um representante de Deus na Terra.
Para nosssa sorte, talvez Deus não seja católico como o senhor.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Planejar ou deixar acontecer?
Para um administrador, não há duvida. Devemos planejar nossa vidas em todos os sentidos: na carreira, na família, nas metas individuais que nos propusemos à própria existência. Já para várias versões religiosas, devemos não nos preocupar com o amanhã, somente com o hoje - aqui e agora - como forma de "captarmos" um plano superior. E no meio dessa dúvida estou há 42 anos.
Olhando o passado, vi que, ao contrários de muitos de que não tem dúvida do que querem fazer da vida, na minha as coisas foram acontecendo. Ao contrário do que tem a meta a frente dos olhos, e só ela, de forma clara, nunca planifiquei minha vida pessoal e profissional.
Lembro da infância, quando passava longas temporadas na casa do meu avô, que arrendava terra para plantar, tudo estava perfeito. Brincava de agricultor e caçador de bodoque, ia pescar no açude nos fundos da casa, comia, dormia - e assim poderia ser até hoje.
Mas a roleta da vida levou meu avô a colocar um dias seus pertences na carroceria de caminhão e nunca mais voltei ao meu paraíso particular. Cresci, terminei o segundo grau e recebi a missão de minha mãe de cursar uma faculdade. Fiz vestibular para oceanografia em Rio Grande e não passei. Fiz para jornalismo em Porto Alegre seis meses depois e passei. Se dissesse que foi um grande decepção não ter sido aprovado na primeira opção que fiz, mentiria. Do mesmo modo, se afirmasse que me econtrei com o jornalismo, também não seria de todo verdade, apesar de também não ser uma grosseira mentira.
Casei, sem ter planejado, fiz um curso da RBS e tive a opção de vir trabalhar em Floripa, no DC. Tempos difíceis, morando em barraca - alugada - depois em um quartinho na Lagoa depois uma baita casa na Vargem Grande.
Sai da redação e fui para assessoria, e aqui estou até hoje, passando por diversas empresas/clientes.
E agora? O que posso planejar? Uma aposentadoria decente? Um jeito de ganhar mais dinheiro? Ou vou dar mais um bocejo, passear na praia no final de semana, e deixar qualquer plano para depois e depois e depois, como geralmente acabo fazendo. Talvez o melhor seja um misto de planejamento com o deixar rolar, para não sofrer quando as coisas não dão certo.
Se existe sorte, posso dizer que foi ela que me salvarguardou até aqui, meu deu uma mulher fantástica, amigos poucos mas fiéis e um jeito simples de viver, que me desobriga de tentar a mega-sena toda semana, e uma casa que é meu castelo medieval (estou lendo D.Quixote atualmente).
Mas também não posso viver inseguro dos bens materiais, mas não piscar pescoços para galgar altos postos de poder. Vi um documentário final de semana sobre como levar uma vida filosófica, baseada em Sêneca, que viveu uns 70 D.C.. Dizia o esperto cidadão romano que precisamos ter ciência que estamos no leme de nossas vidas, mas que tudo poder dar errado a qualquer momento. Se tivermos ciência disso e preparo para suportar os reveses sem histeria, eis a vida filosófica. Aceitar o que não se pode remediar. Como Pompéia à beira de um vulcão que dormiu por séculos e um dia resolveu acordar e liquidar com a comunidade que fica perto.
Que Deus me ajude, como sempre fez, e me ilumine com fez a Salomão, dando-me sabedoria e paciência para fazer a coisa certa na hora certa.
E vamos em frente até onde não sei. Só me ocorre planejar viver, viver, o quanto puder, o quanto merecer. Talvez começe a jogar na mega-sena para, sorteado, comprar aquela fazenda onde vivia na infância e passar a velhice fazendo coisas semelhantes.
Olhando o passado, vi que, ao contrários de muitos de que não tem dúvida do que querem fazer da vida, na minha as coisas foram acontecendo. Ao contrário do que tem a meta a frente dos olhos, e só ela, de forma clara, nunca planifiquei minha vida pessoal e profissional.
Lembro da infância, quando passava longas temporadas na casa do meu avô, que arrendava terra para plantar, tudo estava perfeito. Brincava de agricultor e caçador de bodoque, ia pescar no açude nos fundos da casa, comia, dormia - e assim poderia ser até hoje.
Mas a roleta da vida levou meu avô a colocar um dias seus pertences na carroceria de caminhão e nunca mais voltei ao meu paraíso particular. Cresci, terminei o segundo grau e recebi a missão de minha mãe de cursar uma faculdade. Fiz vestibular para oceanografia em Rio Grande e não passei. Fiz para jornalismo em Porto Alegre seis meses depois e passei. Se dissesse que foi um grande decepção não ter sido aprovado na primeira opção que fiz, mentiria. Do mesmo modo, se afirmasse que me econtrei com o jornalismo, também não seria de todo verdade, apesar de também não ser uma grosseira mentira.
Casei, sem ter planejado, fiz um curso da RBS e tive a opção de vir trabalhar em Floripa, no DC. Tempos difíceis, morando em barraca - alugada - depois em um quartinho na Lagoa depois uma baita casa na Vargem Grande.
Sai da redação e fui para assessoria, e aqui estou até hoje, passando por diversas empresas/clientes.
E agora? O que posso planejar? Uma aposentadoria decente? Um jeito de ganhar mais dinheiro? Ou vou dar mais um bocejo, passear na praia no final de semana, e deixar qualquer plano para depois e depois e depois, como geralmente acabo fazendo. Talvez o melhor seja um misto de planejamento com o deixar rolar, para não sofrer quando as coisas não dão certo.
Se existe sorte, posso dizer que foi ela que me salvarguardou até aqui, meu deu uma mulher fantástica, amigos poucos mas fiéis e um jeito simples de viver, que me desobriga de tentar a mega-sena toda semana, e uma casa que é meu castelo medieval (estou lendo D.Quixote atualmente).
Mas também não posso viver inseguro dos bens materiais, mas não piscar pescoços para galgar altos postos de poder. Vi um documentário final de semana sobre como levar uma vida filosófica, baseada em Sêneca, que viveu uns 70 D.C.. Dizia o esperto cidadão romano que precisamos ter ciência que estamos no leme de nossas vidas, mas que tudo poder dar errado a qualquer momento. Se tivermos ciência disso e preparo para suportar os reveses sem histeria, eis a vida filosófica. Aceitar o que não se pode remediar. Como Pompéia à beira de um vulcão que dormiu por séculos e um dia resolveu acordar e liquidar com a comunidade que fica perto.
Que Deus me ajude, como sempre fez, e me ilumine com fez a Salomão, dando-me sabedoria e paciência para fazer a coisa certa na hora certa.
E vamos em frente até onde não sei. Só me ocorre planejar viver, viver, o quanto puder, o quanto merecer. Talvez começe a jogar na mega-sena para, sorteado, comprar aquela fazenda onde vivia na infância e passar a velhice fazendo coisas semelhantes.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Democracia só nas aparências
BUENOS AIRES (Reuters) - O bispo católico ultraconservador Richard Williamson, que gerou uma polêmica internacional ao negar a magnitude do holocausto, abandonou a Argentina na terça-feira depois que o governo do país ordenou na semana passada a sua expulsão, disse uma fonte oficial. (Reuters/Brasil)
Na democracia, devemos respeitar os direitos de credo, religião e opiniões divergentes e conflitantes. A expulsão do bispo acima citado da Argentina mostra que estado democrático muitas vezes não passa de fachada. Williamson tem sua opinião sobre o holocausto judeu na segunda guerra e agora está pagando o pato por falar abertamente no que pensa e acredita. Negar o holocausto é muito diferente de defender abertamente o extermínio de judeus ou outro povo qualquer da face da terra. E não foi isso o que ele fez.
Até hoje tem quem acredite que a chegada dos norte-americanos à lua foi uma montagem de cinema, já que a bandeira dos EUA tremula num ambiente sem atmosfera. Nem por isso precisamos internar essas pessoas num hospício.
E os que se dizem abduzidos por ETs, sem prova alguma disso? Vamos bani-los do convívio humano? Poderia citar muito outros exemplos - da cientologia dos astros de hollywood às próprias religiões que acreditam num ser superior cuja a existência nunca foi provada - a ainda se mata para fazer a vontade de Deus.
PS: eu acredito que houve holocausto sim na Alemanha Nazista, eu vi na TV.
Na democracia, devemos respeitar os direitos de credo, religião e opiniões divergentes e conflitantes. A expulsão do bispo acima citado da Argentina mostra que estado democrático muitas vezes não passa de fachada. Williamson tem sua opinião sobre o holocausto judeu na segunda guerra e agora está pagando o pato por falar abertamente no que pensa e acredita. Negar o holocausto é muito diferente de defender abertamente o extermínio de judeus ou outro povo qualquer da face da terra. E não foi isso o que ele fez.
Até hoje tem quem acredite que a chegada dos norte-americanos à lua foi uma montagem de cinema, já que a bandeira dos EUA tremula num ambiente sem atmosfera. Nem por isso precisamos internar essas pessoas num hospício.
E os que se dizem abduzidos por ETs, sem prova alguma disso? Vamos bani-los do convívio humano? Poderia citar muito outros exemplos - da cientologia dos astros de hollywood às próprias religiões que acreditam num ser superior cuja a existência nunca foi provada - a ainda se mata para fazer a vontade de Deus.
PS: eu acredito que houve holocausto sim na Alemanha Nazista, eu vi na TV.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A realidade deveria imperar
O caso da advogada brasileira que teria sido atacada por neonazistas na Suiça comoveu o Brasil, e em alguns comentários em sites noticiosos chegou-se a publicar opinião defendendo o rompimento de relações diplomáticas. Sou jornalista, e logo vi que a história estava mal contada. Agora a polícia suíça afirma que ela não estava grávida, portanto não houve aborto. Não há testemunhas nem vestígios de sangue no banheiro público que ela teria usado. Não fez curetagem nem raspagem de útero, como é comum em abortos. Outro detalhe: como ela sabia que esperava duas meninas gêmeas no terceiro mês de gravidez?
O ataque pode ter ocorrido, mas a história tem mais furo que um queijo suíço. Tudo isso mostra como é importante a checagem de informações recebidas e de que o que importa é a realidade do jeito que ela é.
Nossos opiniões muitas vezes não valem nada se não houver ligação direta com os fatos, ou seja com o real. Os cientistas sabem disso, mas a imprensa continua usando como principal comprovação depoimentos e não fatos.
O ataque pode ter ocorrido, mas a história tem mais furo que um queijo suíço. Tudo isso mostra como é importante a checagem de informações recebidas e de que o que importa é a realidade do jeito que ela é.
Nossos opiniões muitas vezes não valem nada se não houver ligação direta com os fatos, ou seja com o real. Os cientistas sabem disso, mas a imprensa continua usando como principal comprovação depoimentos e não fatos.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Sorria, você é brasileiro
Um dos mais notórios grupos culturais hindus, o Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), desenvolveu, na Índia, o refrigerante Gau Jal (algo como Água de Vaca), produzido com urina do animal, informa o jornal britânico Telegraph nesta quinta. Os hindus idolatram as vacas por conta de seus derivados laticínios, mas muitos consomem também urina e fezes dos animais em bebidas e temperos por acreditarem nas propriedades curativas dos excrementos. Em algumas regiões, esterco e urina de vaca são vendidos em mercados ao lado de leite e iogurte. Os produtos são ainda usados em pastas de dente e bebidas tônicas.(Fonte G1).
Vendo este tipo de notícia, sinceramente agradeço aos céus por ter nascido no Brasil. Aqui não é o paraíso, mas perto de costumes a base da ignorãncia, do poder religioso, de governos totalitários, é bem melhor ter nascido aqui em berço esplêndido do que na India, na China, Cuba, Irã. Melhor até que em países desenvolvidos, com seus tiques racistas, idéias segredadoras e que tem o ódio internacional apontado contra si, como os EUA.
Apesar dos pesares, estamos muito bem. Temos liberdade individual coletiva, comida farta (vacas suculentes inclusive) e um jeito de ser que no convívio social condena atitudes racistas. A solidariedade ainda é grande nesse país verde amarelo e um dia, quem sabe em pouco tempo, teremos o fim da fome e do analfabetismo. E isso não tem a ver com esse ou aquele governo, é uma sequencia da nossa cultura nacional.
E, resolvidas as necessidades básicas no país, que sinceramente acredito que vai acontecer, o brasileiro terá um novo desafio a encontrar:
E agora, o que fazer da vida? A barriga tá cheia, o filho na escola, to trabalhando, e agora? Para que objetivos vamos dirigir nosssos esforços?
Vendo este tipo de notícia, sinceramente agradeço aos céus por ter nascido no Brasil. Aqui não é o paraíso, mas perto de costumes a base da ignorãncia, do poder religioso, de governos totalitários, é bem melhor ter nascido aqui em berço esplêndido do que na India, na China, Cuba, Irã. Melhor até que em países desenvolvidos, com seus tiques racistas, idéias segredadoras e que tem o ódio internacional apontado contra si, como os EUA.
Apesar dos pesares, estamos muito bem. Temos liberdade individual coletiva, comida farta (vacas suculentes inclusive) e um jeito de ser que no convívio social condena atitudes racistas. A solidariedade ainda é grande nesse país verde amarelo e um dia, quem sabe em pouco tempo, teremos o fim da fome e do analfabetismo. E isso não tem a ver com esse ou aquele governo, é uma sequencia da nossa cultura nacional.
E, resolvidas as necessidades básicas no país, que sinceramente acredito que vai acontecer, o brasileiro terá um novo desafio a encontrar:
E agora, o que fazer da vida? A barriga tá cheia, o filho na escola, to trabalhando, e agora? Para que objetivos vamos dirigir nosssos esforços?
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Nos encontraremos num lugar onde não há trevas
O título acima é uma citação do livro 1984, de George Orwell, de onde o programa Big Brother tira inspiração não só no nome da atração como também agora do próprio enredo. As cenas de três seres humanos enclausurados num quarto branco se assemelha à tortura do personagem Winston ao se rebelar contra o Grande Irmão, para que se regenere perante ao Estado.
O que vimos na noite de segunda-feira (2.2) foi pura tortura psicológica, um verdadeiro show de horror. Será que um grupo de cientistas, psicólogos ou psiquiatras, ganharia permissão para fazer um teste de laboratório tipo o do quarto branco para medir reações? Certamente seriam apontados como anti-éticos ou nazistas.
A Globo está torturando em rede nacional os participantes do BBB sem escrúpulos, de uma forma delirante, ultrapassando todos os limites da dignidade humana. A OAB, Ministério Público ou os grupos de direitos humanos deveriam intervir para acabar com a tortura na TV.
O Bial parece um sádico Adolf Hitler perguntando os detalhes de como os participantes se sentiram dentro do quarto, não esconde seu entusiasmo com o sofrimento alheio.
Basta, Tortura Sempre Mais não, a Globo tem saudade do tempo da Ditadura Militar? Qual o próximo castigo que será imposto aos participantes?
O que vimos na noite de segunda-feira (2.2) foi pura tortura psicológica, um verdadeiro show de horror. Será que um grupo de cientistas, psicólogos ou psiquiatras, ganharia permissão para fazer um teste de laboratório tipo o do quarto branco para medir reações? Certamente seriam apontados como anti-éticos ou nazistas.
A Globo está torturando em rede nacional os participantes do BBB sem escrúpulos, de uma forma delirante, ultrapassando todos os limites da dignidade humana. A OAB, Ministério Público ou os grupos de direitos humanos deveriam intervir para acabar com a tortura na TV.
O Bial parece um sádico Adolf Hitler perguntando os detalhes de como os participantes se sentiram dentro do quarto, não esconde seu entusiasmo com o sofrimento alheio.
Basta, Tortura Sempre Mais não, a Globo tem saudade do tempo da Ditadura Militar? Qual o próximo castigo que será imposto aos participantes?
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